quarta-feira, 18 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
terça-feira, 10 de junho de 2008
Torturas e Desejos
Só nós dois é que sabemos
O quanto nos queremos bem
Só nós dois é que sabemos
Só nós dois e mais ninguem
Só nós dois compreendemos
Este amor triste e profundo
Quando o amor acontece
Não pede licença ao mundo.
Anda, abraça-me beija-me
Encosta o teu peito ao meu
Esqueçe o que vai na rua
Vem ser minha, eu serei teu
Que falem não nos interessa
O mundo não nos importa
O nosso mundo começa
Dentro da nossa porta.
Só nós dois compreendemos
O calor dos nossos beijos
Só nós dois é que sofremos
As torturas e os desejos.
Vamos viver o presente
Tal qual a vida nos dá
O que reserva o futuro
Só deus sabe o que será.
Anda, abraça-me beija-me
Encosta o teu peito ao meu
Esqueçe o que vai na rua
Vem ser minha, eu serei teu
Que falem não nos interessa
O mundo não nos importa
O nosso mundo começa
Dentro da nossa porta.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
terça-feira, 20 de maio de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
História de um velhinho samba

A história deste samba é curiosa (...)
Estava numa clinica,chamada São Vicente, onde todos os anos me interno para desentoxicar para por o figado em ordem.
E de madrugada, o Baden...(a musica é dele)
Começei a trabalhar no samba...começei a escutar um chorinho.Parecia um choro de velhinhas.Aquele chorinho manso...
Então sai do meu quarto, fui ao quarto ao lado e estava uma porta entreaberta.E estava um velhinho morrendo, o velhinho devia ter 80 anos.E uma porção de velhinhas de volta dele.
Aquela morte humilde,tranquila...
Voltei para o meu quarto e entrei naquela foça, pensei :"Não vou fazer o meu samba.Vou respeitar a morte do velhinho."
Mas o samba era mais forte do que a morte do velhinho.
Escrevi o samba todo, aconteceu uma coincidência maravilhosa, é que quando acabei o samba o velhinho morreu.
Pararam aqueles chorinhos,aqueles choros daquelas velhinhas.E sai do meu quarto, fui lá,o velhinho tinha morrido, estavam aquelas velhinhas todas ajoelhadas, rezando.
E deu-me uma espécie de paz.Parecia que cada um tinha feito o seu dever. Foi uma coisa linda...
O velhinho tranquilizou.
(...)
E o samba diz o contrário de tudo, é um samba afirmativo."
V.M
sobre o samba Pra que chorar
Estava numa clinica,chamada São Vicente, onde todos os anos me interno para desentoxicar para por o figado em ordem.
E de madrugada, o Baden...(a musica é dele)
Começei a trabalhar no samba...começei a escutar um chorinho.Parecia um choro de velhinhas.Aquele chorinho manso...
Então sai do meu quarto, fui ao quarto ao lado e estava uma porta entreaberta.E estava um velhinho morrendo, o velhinho devia ter 80 anos.E uma porção de velhinhas de volta dele.
Aquela morte humilde,tranquila...
Voltei para o meu quarto e entrei naquela foça, pensei :"Não vou fazer o meu samba.Vou respeitar a morte do velhinho."
Mas o samba era mais forte do que a morte do velhinho.
Escrevi o samba todo, aconteceu uma coincidência maravilhosa, é que quando acabei o samba o velhinho morreu.
Pararam aqueles chorinhos,aqueles choros daquelas velhinhas.E sai do meu quarto, fui lá,o velhinho tinha morrido, estavam aquelas velhinhas todas ajoelhadas, rezando.
E deu-me uma espécie de paz.Parecia que cada um tinha feito o seu dever. Foi uma coisa linda...
O velhinho tranquilizou.
(...)
E o samba diz o contrário de tudo, é um samba afirmativo."
V.M
sobre o samba Pra que chorar
domingo, 18 de maio de 2008
Kispo de K
Estou a usar um kispo
E o k da palavra
Faz-me sentir
Um bocadinho
Disfazado
Do que realmente
Acontece
O importante seria
Usar um kispo
Sem k.
Parece ridiculo,
Mas no final importa
E o k da palavra
Faz-me sentir
Um bocadinho
Disfazado
Do que realmente
Acontece
O importante seria
Usar um kispo
Sem k.
Parece ridiculo,
Mas no final importa
T.P
25-jan-08
Beja
25-jan-08
Beja
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